"Eu considero Guaraqueçaba um pequeno mundo dentro do mundo"
- Padre Mário Di Maria - (12/07/1974 - entrevista ao Jornal Diário do Paraná)

15 de abril de 2017

As vezes me assusto com você Guaraqueçaba II

        É... as vezes me assusto com você Guaraqueçaba... Da mesma forma que já escrevi sobre isto há algumas postagens atrás <http://informativo-nossopixirum.blogspot.com.br/2017/03/as-vezes-me-assusto-com-voce.html>.


        Ontem, 14 de abril, Sexta-Feira-da-Paixão, assistimos a encenação da Paixão-de-Cristo, digno de comentários e parabenizações...

        Há quanto tempo não vimos algo assim em Guaraqueçaba? Será realmente que estamos mudando? Espero que sim...

        Novas pessoas, novas ideias, novas realizações e novas conquistas...
        Parabéns ao Grupo de Jovens, seus coordenadores e a direção do espetáculo...
       
            Seguem algumas imagens do espetáculo de ontem, digno de constar no calendário oficial de eventos do município.




  


 
 (imagens recebidas via WhatsApp)

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E ainda, como se não bastasse, para "desenterrar o intruido" um Fandango de Aleluia, hoje, Sábado-de-Aleluia?


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    E a ti Guaraqueçaba, logo surgirão novas oportunidades para mostrarmos que SIM, realmente estamos mudando!
Parabéns Guaraqueçaba, pelo novos tempos!

4 de abril de 2017

Guaraqueçaba - erros em nossa história e o início de futuras correções...


Em Sessão da Câmara de Vereadores de Guaraqueçaba, neste último 4 de abril, fez o uso da palavra o professor-mestre Zé Muniz, discursando acerca do erro na história de Guaraqueçaba (472 anos?) e pedindo despacho favorável acerca da criação de uma comissão técnica visando as devidas correções, entregando à Mesa Diretiva o citado pedido.

          Segue link do documento entregue:




Também na ocasião, foi entregue o projeto do Museu de Guaraqueçaba, de autoria deste historiador, reforçando o pedido já feito em gestão anterior acerca da criação de um museu em nossa cidade, valorizando a riqueza histórico-cultural aqui encontrada.

            Segue link do projeto:



       Agradecendo a recepção do Presidente Vereador Julhardy Arruda, bem como do Vereador Célio Amálio e demais vereadores, esperamos tão breve possível, podermos somar na ‘revirada’ destas páginas erradas em nossa história e possamos nos orgulhar ainda mais de nossa Guaraqueçaba.

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PARA SABER MAIS


10 de março de 2017

As vezes me assusto com você Guaraqueçaba...

É... As vezes me assusto com você Guaraqueçaba...
        Vejo e ouço coisas a teu respeito que me fazem refletir: Será que estamos mudando?

2017 - estamos prestes a novamente celebrar teu aniversário e parece-me, desta vez, em singela festividade - mais singela em recurso orçamentário - o que não significa menosprezá-la, pois promete grandes e agradáveis nomes e outras novidades, mas, significa também, ao que parece, um 'pensar novo', usando ou queimando tão somente um recurso necessário a uma festa, numa justa homenagem, porém, não esbanjando o que seria útil em outras necessidades do povo.

        Recentemente manifestamos o descontentamento pelo abandono do patrimônio público e apenas a net e manifestações em redes sociais, acrescido depois de documento protocolado, foi necessário para evidenciar o problema em questão e prontamente o gestor público interino, em questão de horas, viabilizar urgenciais reformas e sua equipe manifestar o desejo de revitalização do patrimônio em questão... Não ficaram questionando as competências e ou empurrando a responsabilidade a outrem.

        Voltando a festividade de aniversário, a cultura local vai ganhar um palco exclusivo - coisa nunca vista - grupos de fandango se apresentando, mestres fandangueiros convidados, além de oficinas e ainda apresentação dos Guaranis... Isso me faz refletir e pensar em mudanças, pois apenas o pensar estas coisas numa programação de festa de aniversário de Guaraqueçaba, por sí só reflete mudanças na forma de organização e da valorização de nossa diversidade cultural, tendo em vista ultimamente não ser 'normal' uma real valorização à cultura local por estas bandas, mas acreditemos nas mudanças, sem as famosas 'maquiagens'...

        Ao meio a insatisfações apenas 'politiqueiras' via redes sociais, parece-me que cresce também os desafetos da 'velha politicagem' praticado por aqui, aumentando cidadãos que reivindicam - via redes sociais e presencialmente em Sessões - seus direitos e cobram pelo zelo da 'coisa pública'. Vi nas últimas eleições candidatos sérios e competentes, comprometidos com uma boa política e se a moda pega, futuramente teremos muito mais competência administrativa em nossos representantes...

        Como guaraqueçabano, torcemos SIM pela verdadeira mudança na forma de pensar política e gerir os bens públicos... aproveitamos para parabenizar a Gestão Interina e o manifestado desejo de mudanças e que elas venham para ficar e acompanhar uma nova Guaraqueçaba rumo aos 500 anos.
PARABÉNS AMADA GUARAQUEÇABA
"TERRA QUERIDA QUE NOS VIU NASCER"

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acréscimo do dia 13/03/2017

        As intempéries dificultaram muito as coisas nesta passagem do aniversário de Guaraqueçaba, realmente assustaram, mas continuo acreditando, com escrevi acima alguns dias atrás... As vezes você me assusta Guaraqueçaba... que toda esta chuva realmente venha lavar muita sujeira e o raiar de novos tempos, tão aguardado, brilhe como o sol logo vem a cada aurora.
        Ainda que muita coisa não pode acontecer, tivemos o exemplo de que o 'pensar novo' é possível e acontece... Manifesto meu desejo destas mudanças, do novo jeito de pensar numa Guaraqueçaba, que a cada dia um passo seja dado, aliado ao respeito e a valorização de nossa cultura, que vem agonizando há tempos, rumamos juntos à melhoria das condições de vida de seus munícipes.

20 de fevereiro de 2017

Fonte do Rocio e o reflexo do abandono

LAMENTÁVEL!!!!!!!

        Eis a deplorável situação em que se encontra a antiga Fonte do Rocio (Caixa d'Água na Praça da Bíblia), exibindo o resultado da falta de valorização do Patrimônio Histórico-Cultural, fruto do descaso da administração pública em anos anteriores...



        Baseado na Lei Orgânica do Município de Guaraqueçaba, que em seu Art. 208 trata da “a proteção dos locais de interesse histórico, cultural e paisagístico” será protocolado nos próximos dias junto ao Executivo Municipal, o pedido de emergenciais obras de restauro na obra danificada, pois compete ao Município, de acordo com sua Lei Orgânica em seu Art.5º, “promover a proteção do patrimônio histórico-cultural local observadas a legislação e a ação fiscalizadora federal e estadual”, ainda que nos últimos anos tenha sido vítima de descaso e abandono.

        Esperamos poder em breve retornar a esta postagem com novidades e o merecido valor dado ao nosso Patrimônio Histórico.

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Segue reportagem do Jornal Diário do Comércio de Paranaguá, edição de 11 de dezembro de 1922, retratando a inauguração da Caixa da Água em Guaraqueçaba.

        No dia 08 deste mês de dezembro de 1922, foi inaugurado na pitoresca Vila de Guaraqueçaba o serviço de canalização de água feito pelo Posto de Profilaxia Rural daquele local, de comum acordo com a Câmara Municipal. A água agora canalizada nascia entre duas pedras na encosta da colina, chamada Morro da Vila, daí se espalhava por uma baixada formando um brejo sujo e contaminado de larvas de vermes e de mosquitos. Seguia depois por um reozinho e era apanhada em uma bica de madeira no lugar denominado Rocio, dentro da própria vila. Sendo esta água bastante perigosa para a população do lugar, havendo necessidade de se secar o brejo, para destruir a imensidade de mosquitos que nele se formavam, nasceu a idéia de se canalizar a água.
        O Dr. Benedicto Amorim, operoso chefe do Posto de Profilaxia do Litoral do Paraná e do vizinho Estado de Santa Catarina, entre eles o posto Rural de Guaraqueçaba, resolveu meter a mão á grandiosa obra. Expôs o caso ao seu chefe, Dr. João de Barros Barreto, que concordou ajudar e pediu o auxilio da prefeitura local, dirigida pelo competente patriota Coronel Sebastião Gomes de Faria, que não temeu por nas mãos daquele médico a metade do dinheiro do orçamento necessário á construção dos grandes depósitos de água. A outra metade da verba foi conseguida pelo distintíssimo chefe do serviço de profilaxia do Paraná Dr. João de Barros Barreto, interessado no saneamento que resultaria de tal empreendimento.
        Consta todo o serviço de uma caixa captadora, comportando 5000 litros de água, construída na encosta da colina e de uma caixa receptora, com capacidade para 20.000 litros, situada no centro da praça do rocio. As duas caixas estão ligadas por 350 metros de cano de ferro zincado, gentilmente cedidos pelo engenheiro diretor das obras do Porto de Paranaguá: Dr. Oscar Correia.
        As duas caixas de alvenaria custaram 03 contos de réis e forma feitas pelo hábil pedreiro Adolpho Suarez. Constou a inauguração desse grandioso melhoramento de uma ruidosa festa, assistida e abrilhantada pela gloriosa oficialidade do Cruzador ―José Bonifácio‖. Ao abrir pela primeira vez as torneiras da fonte pública, falaram Dr.
        Benedicto Amorim e o Cel. Sebastião Gomes de Faria, entregando-a ao povo de Guaraqueçaba. Tomou a palavra depois o Senhor Comandante Capitão Armando Pinna do Cruzador José Bonifácio, que enalteceu a brilhante administração do Dr. Benedicto Amorim no Posto de Guaraqueçaba, do Dr. Barros de Barreto na Profilaxia do Paraná e do Cel. Sebastião Gomes de Faria na Prefeitura desta vila. Falaram também o ex-prefeito de Guaraqueçaba, Cel. Manoel Evaristo de Miranda e o jovem Barbosa Pinto, funcionário da profilaxia, produzindo ambos magníficos discursos. Foi servido champagne sendo seguido de vários brindes e vivas ao Dr. Belizário Pessoa, Chefe do Serviço de Profilaxia no Brasil, ao Dr. Barros de Barreto, Chefe do Serviço de Profilaxia no Paraná, ao Dr. Benedicto Amorim, autor da idéia exposta ao seu chefe, o Dr. João de Barros Barreto, que com ela concordou, liberando metade da ajuda ao coronel Sebastião Gomes de Faria, prefeito municipal, ao comandante Pinna e oficialidade do ―José Bonifácio. A festa prolongou-se alegremente pela tarde toda ao som da Banda de Música local e do ribombar dos foguetes.



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26/02/2017
esta postagem acompanhou de manifestações via redes sociais e resultou positivamente na resolução do problema em questão, pois a Caixa d'Água teve sua estrutura restaurada pela Gestão Executiva Interina, dando VOZ aos cidadãos.

10 de janeiro de 2017

O Paraná no Centenário da Independência

Em 1922 - Centenário da Independência do Brasil - foram diversas as homenagens pelo Brasil afora...
Não diferente, a Confederação dos Pescadores do Brasil, de uma forma ousada, resolveu enviar à Capital Federal, então Rio de Janeiro, uma comitiva de pescadores, representantes de todos os estados brasileiros, e, detalhe, a remo, tendo confirmação dentre outros, de pescadores de Natal, Aracajú e Salvador.
No Paraná, a Capitania dos Portos, com sede em Paranaguá, divulga a iniciativa, juntamente com o Comandante da Escola de Aprendiz de Marinheiros o Capitão-Tenente Dídio Iratim Afonso Costa, bem como pela Confederação dos Pescadores, ao que comparecem um destemido grupos a fazer os exames necessários para a destemida jornada.
Pouco tempo depois, já com a equipe selecionada, foram escolhidas também duas canoas: A “Paranaguá”, emprestadas com a Associação das Práticos da Barra de Paranaguá e a “Paraná”, da Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, ambas medindo 9,90m de comprimento por 1,10m de boca, foram aparelhadas, recebendo mastros e velas.
A canoa "Paraná" foi comandada por Joaquim Mariano Fernandes “Joaquim Tigre” e a canoa "Paranaguá" por Antônio Serafim Lopes “Barra Velha”, auxiliados pela equipe: Domingos José Trizani, Virgílio Farias, Manuel Praxedes de Oliveira, José Antônio Ribeiro, Valentim Tomáz, Manuel Carlos Serafim, Olívio Elias e Antônio Gonçalves Rodrigues.
E partiram do Rio Itiberê em 7 de setembro de 1922, às 15:30 horas, a percorrer as 450 milhas, feito realizado em 16 dias.

“as duas canoas largaram do cais e navegaram em direção da foz do mencionado rio, sob os aplausos ruidosos e os votos de feliz viagem e breve regresso de uma multidão que se estendia, comprimida, na beira do rio, acompanhando com o olhar os canoeiros até a curva do “furado”, desaparecendo nas águas do lado oriental da ilha da Cotinga”.(FREITAS, 1999, p. 397).

Percurso:

“por volta da meia-noite de 8 de setembro, as canoas “Paraná” e “Paranaguá” deixaram a barra.  Em mas condições de tempo, contornaram o Superagui e, enfrentando a costa oceânica, atingiram a ilha do Bom Abrigo, sempre acossados pelo tempo. No dia 10, alcançaram Cananéia. A 13, estavam em Santos, atingindo, depois de travessia tormentosa. A 16, enfrentando mar agitado, chegaram a São Sebastião. Contornando os recortes da costa, navegando de angra em angra, de pouso em pouso, ao longo do percurso, seguiram os arrojados caboclos a rota e rumo nas duas canoas. A 20, estavam em Angra dos Reis. A 23, pela manhã, encostavam ao lado do navio de guerra da Marinha do Brasil “José Bonifácio”, no porto do Rio de Janeiro. (FREITAS, 1999, p. 397).

A instabilidade do tempo, as ondas bravas do mar, o frio, a fome, a sede, o sono, o cansaço, o medo, o susto, não foram suficientes para desencorajar a férrea vontade desses heroicos e entendidos marujos do litoral paranaense. Um heroísmo sincero, verdadeiro e um exemplo, uma lição de amor à Pátria. (FREITAS, 1999, p. 397).

https://pt.scribd.com/document/220180168/Revista-Rumos-23-pdf
        
       A Revista Rumos Práticos reproduziu uma crônica do jornalista parnanguara Caetano Evangelista, publicada no livro Crônicas, editado em 1978 pelo Conselho Municipal de Cultura de Paranaguá:

“Estive presente, naquela manhã chuvosa, à partida dos heróis humildes - verdadeiros lobos do mar. Partiram do Rio Itiberê, aclamados pelo povo, os canoeiros indômitos – representantes de Paranaguá. Paraná e Paranaguá, canoas, deixaram a raia do litoral do Paraná na manhã do dia 7 de setembro (de 1922). Primeiro pouso: a Ponta do Bicho, depois de quatro horas de navegação a remo; aos primeiros albores do dia seguinte aproaram para a Ilha do Bom Abrigo, onde chegaram ao meio-dia acossados por forte brisa de leste, que soprou durante dois dias, impossibilitando-os de navegar. No dia 10 largaram de pano em direção à Cananéia a cuja praia chegaram na noite do mesmo dia. Descansaram durante a noite, voltando na manhã seguinte ao Bom Abrigo, visto ser esta a ilha ponto indispensável daquela costa. Almoçaram aí e, às 11 horas largaram com destino a Santos, cuja barra alcançaram depois de dois dias e duas noites de viagem Entraram em Santos na madrugada de 12 de setembro e permaneceram até amanhã de 14, seguindo depois para São Sebastião, onde chegaram três dias após, por motivo do mau tempo reinante ameaçador. Mas Paraná e Paranaguá foram mais fortes que aborrasca. Venceram, guiadas que foram por valentes brasileiros! De S. Sebastião à baía de Guanabara pararam ainda em diversos pontos para se livrarem da tempestade, entre eles Angra dos Reis, Jacareí, Ponta da Paciência, Ibicuí, Sepetiba e Pedra de Guaratiba. Depois de 17 dias eis que os heróis parnanguaras chegaram à capital da República para a glória do Paraná e do Brasil”.


Ave, pescadores!

E partiram serenas as canoas.
Frágeis madeiros. Rude trajetória.
Almas ao mar afeitas, simples boas.
Levavam no seu bojo, rumo a Glória.

É mais um fasto para nossa história:
Sobre o dorso das ondas, como leoas,
Edificaram, rígida, marmórea,
Essa epopeia, entre bênçãos e loas.

Pulsos de pescadores, férreos pulsos
Dez corações enormes de patriotas.
Fremindo de heroísmo aos são impulsos.

O velho mar, que urros de fera dá.
Certo espalhou pelo ar festivas notas,
Caminho abrindo a heróis do Paraná.
(Otávio Sidnei – Ctba, 25.9.1922)

          Foram recebidos na Capital por Rui Barbosa, pelo Presidente Epitácio Pessoa, além dos Ministro da Marinha, do Inspetor de Portos e do Presidente do Estado do Paraná Dr. Caetano Munhoz da Rocha. O Congresso Nacional concedeu a todos a premiação de 200 contos de réis.
Mais tarde, já em solo paranaense, também recepcionados pelo Presidente do Estado do Paraná, o Dr. Caetano Munhoz da Rocha, recebendo do Estado a premiação de 6 contos de réis.
POR QUE CONTO ESTA HISTÓRIA?

            O ‘patrão’ da canoa “Paraná” nesta jornada cívica era Joaquim Tigre.
        Joaquim Mariano Fernandes, o “Joaquim Tigre” é nosso conterrâneo, nascido no Varadouro (ainda que à época pertencente à Paranaguá), em 21 de outubro de 1869, filho de Francisco Fernandes e Agostinha Fernandes.
Em Paranaguá, para onde foi residir profissionalmente ocupou funções de Mestre de rebocador de portos, rios e canais, Mestre de chatas; Já em Santa Catarina, onde também trabalhou, foi Mestre de draga. Retornando a Paranaguá em 1917, ocupou a função de Prático da Barra - Patrono da Praticagem.

Em 1932, heroico novamente, salvou a vida de 155 pessoas, passageiras do navio Maria Madalena, assolado em tempestade, encalhando em banco de areia, porém, resultado deste penoso trabalho de salvatagem naquele dia frio e chuvoso, adoeceu de pneumonia e faleceu três meses depois.

“é pois Joaquim Tigre um dos grandes vultos não só da cidade litorânea que lhe serviu de berço, como do Paraná e do Brasil. Ele merece muito mais do que ser patrono de uma rua”. (NICOLAS, 1964, p. 70).

Em homenagem há uma rua em Paranaguá levando seu nome; O conterrâneo Profº. Waldomiro Ferreira escreveu seus nomes nos anais da história; Sirva também esta postagem como a recordar grandes homens de nossa história, mas em Guaraqueçaba, aqui não! Em Guaraqueçaba ainda vai levar tempo para nossos gestores valorizarem nossa própria história. É lastimável.

Joaquim Tigre é o segundo, de pé, da esquerda para a direita, ao lado de Barra Velha (a sua esquerda)


Referencial:
       Revista O Itiberê, nº42, outubro de 1922.
       FREITAS, Waldomiro Ferreira. Paranaguá das origens a atualidade. Paranaguá: IHGP, 1999.
       NICOLAS, Maria. Almas das Ruas de Paranaguá. 4º fascículo. Curitiba, 1964.
       Revista Rumos Práticos Ano IX, numero 23 - out/2007 a jan/2008. Disponível no site: <https://pt.scribd.com/document/220180168/Revista-Rumos-23-pdf>.